quinta-feira, 22 de junho de 2017
quinta-feira, 27 de março de 2014
Linkin Park: Brad Delson promete "muitos solos" em novo álbum
Em recente entrevista ao Radar Music, o guitarrista do Linkin Park, Brad Delson, falou um pouco sobre o novo álbum da banda, "The Hunting Party", que deve ser lançado neste ano.
Uma mudança em relação aos trabalhos anteriores da banda é ressaltada por Delson. "Há muitos solos de guitarra nesse disco. É uma resposta para alguém que disse antes que eu odiava solos", afirmou o músico.
O guitarrista se defendeu das "acusações" de que ele não era um grande fã de solos. "Não odeio solos enquanto ouvinte. Mas não queria tocar nenhum deles. No início do Linkin Park, sentia que as nossas músicas não precisavam. Mas creio que as novas canções pediam pelos solos. Cada faixa deve ter um", disse.
Em outra entrevista, o vocalista, guitarrista e produtor Mike Shinoda deu a entender que um download digital pode ser disponibilizado em junho. A banda lançou há duas semanas o single de "Guilty All The Same", com participação de Rakim.
Fonte: http://revista.cifras.com.br/
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Linkin Park & The Offspring Irão tocar em Los Angeles
Linkin Park e The Offspring será a atração principal do show. O show será em Los Angeles no Philippines no sábado, dia 11 de janeiro no Clube Nokia.
Mike não sabe quando os ingressos estarão à venda, mas esse show vai beneficiar as pessoas afectadas pelo Tsunami Haiyan.
Assista Brad e Dexter de The Offspring anunciando concerto no KTLA:
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Linkin Park: Confira Mike Shinoda & Brad Delson video entrevista para a KTLA TV
Mike Shinoda e Brad Delson foram entrevistados pelo KTLA. Assista o vídeo abaixo:
sábado, 1 de dezembro de 2012
Brad Delson completa 35 anos, Happy Birthday Brad Delson
Hoje o melhor guitarrista Brad Delson completa seus 35 anos de idade .
HAPPY BIRTHDAY BRAD DELSON
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
Linkin Park Ganha MTV EMA 2012 em Best Rock Veja o vídeo Chester Bennington e Brad Delson
Veja o vídeo abaixo de Chester Bennington e Brad Delson comemorando a vitória do MTV EMA 2012 em Best Rock.
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domingo, 7 de outubro de 2012
Mike Shinoda e Brad Delson mostram seu 'arsenal' de guitarras antes do show do Linkin Park em São Paulo no Anhembi
O show do Linkin Park no Anhembi, em São Paulo, os guitarristas da banda, Mike Shinoda e Brad Delson, mostraram com exclusividade o “arsenal de guitarras” que usarão na apresentação, que será transmitida ao vivo pelo Multishow a partir das 21h.
Fonte: multishow.globo.com
sábado, 6 de outubro de 2012
A venda de discos não funciona mais”, diz Brad Delson guitarrista do Linkin Park
A banda comemora 1 bilhão de visualizações no YouTube com quatro shows no Brasil
O século 21 chegou e estabeleceu uma nova ordem no universo fonográfico. A modernidade estabeleceu novos parâmetros e novas quantificações. A venda de discos despencou na velocidade de um download. E, crescendo nesta nova tendência, a banda norte-americana Linkin Park desponta como grande fortaleza roqueira imune a bordoadas, ataques e queda nas vendagens físicas. Em 21 de setembro, eles se transformaram na primeira banda a alcançar a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube - no pop, artistas solo como Lady Gaga, Rihanna e Justin Bieber também alcançaram a marca.
Não que o grupo, que faz quatro shows no Brasil (veja abaixo) a partir deste sábado, 6, tenha passado imune às quedas nas vendagens. Os números físicos não mentem: Hybrid Theory, lançado em 2000, vendeu 10 milhões de cópias ao redor do mundo, enquanto A Thousand Suns, de 2010, chegou a um ínfimo 1,7 milhão.
Independentemente da qualidade das canções presentes em cada disco, a queda tão grande mostra como a indústria mudou. Principalmente por isso que para o quinto e último disco, Living Things, lançado em junho deste ano, é totalmente descompromissado em buscar sonoridades diferentes. “Nesses novos tempos, as pessoas ainda estão procurando novos termômetros”, diz o guitarrista da banda Brad Delson, por telefone, à Rolling Stone Brasil. “A venda de discos não funciona mais. A cultura popular tem outros parâmetros agora. Para nós sempre foi a internet. Tentamos sempre nos adaptar aos fãs e fazer o melhor para a nossa arte”, completa.
Para ele, o impacto de redes sociais como o Facebook e o Twitter foi violento na forma como as bandas se relacionam com o público. Um anúncio na página da banda na rede social de Mark Zuckerberg atinge mais de 45 milhões de fãs instantaneamente. “O impacto é enorme. E o YouTube também. Tentamos é fazer a melhor música possível e dividi-la com as pessoas”, argumenta Brad.
Mas qual é o sentido de tudo isso? A conectividade tem um sentido maior, que o Linkin Park faça shows empolgantes e encontre, a cada apresentação, um público com as letras na ponta da língua. Do Brasil, Brad tem ótimas lembranças. Esta é a terceira passagem por aqui e, como já mostrado em 2004, num show para o 70 mil pessoas no Estádio Morumbi, em São Paulo, ou na fria última noite do festival SWU, em Itu, em 2010, a plateia sabe responder ainda mais alto que as guitarras e os berros do vocalista Chester Bennington. “Acho que aquele primeiro show, em 2004, foi o nosso maior público”, diz o guitarrista. “Nunca tocamos tantas vezes assim no Brasil em uma só turnê. Estou realmente ansioso para chegar logo”.
O Linkin Park pode ser considerado a última grande banda de rock da geração da MTV. Com clipes sempre bem montados, com roteiros divertidos e cheios de efeitos especiais, eles cativaram adolescentes unindo o rap às guitarras distorcidas, os ferozes gritos das dores jovens de Bennington às palavras engajadas de Mike Shinoda.
Para uma banda como o Linkin Park, o que é mais importante: os dois Grammys que eles já faturados ou ser o primeiro grupo de rock a ter mais de 1 bilhão de visualizações no YouTube? Brad para e pensa alguns segundos. “Sabe, é surreal, na verdade. Não sei quanto é 1 bilhão”, brinca. “Tudo o que você está mencionando é incrível porque, de alguma forma, mostra as pessoas conectadas com o que estamos fazendo. Acho que a única coisa que controlamos é a nossa música. Depois que divulgamos, ela sai do nosso controle, as pessoas podem gostar ou odiar. Quando estamos no estúdio tentamos colocar vendas nos nossos olhos e fugir do mundo. Não pensamos no que vai fazer sucesso ou não. Pensamos em qual é a melhor canção que podemos fazer”.
Brad sabe e entende que o Linkin Park foi transformando sua sonoridade até o penúltimo disco, quando a reviravolta foi maior. Mas, para ele, era uma questão de “estabelecer o estilo da banda”. “Não fugimos de nada [com A Thousand Suns]. Mas nos sentimos confortáveis em experimentar, ver tudo o que podemos fazer." No novo álbum, Living Things, que vem com a produção da lenda vida Rick Rubin (Metallica, Red Hot Chilli Peppers, Audioslave, System of a Down, Beastie Boys), a banda faz uma curva fechada e volta à direção certa. E pronta para o próximo bilhão?
07/10 – São Paulo – Anhembi
08/10 – Rio de Janeiro – Citibank Hall Rio
10/10 – Rio de Janeiro – Citibank Hall Rio
12/10 – Porto Alegre – Gigantinho
Fonte: Rolling Stone Brasil
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Linkin Park promete hits e novidades em turnê no Brasil 2012: "para um artista continuar relevante, ele precisa evoluir"
Linkin Park, da esq. para dir.: Joe Hahn, Mike Shinoda, Brad Delson, Chester Bennington, Rob Bourdon, Dave Farrell
O Linkin Park é uma das mais populares bandas de rock do planeta desde o lançamento deHybrid Theory, o disco de estreia do sexteto, em 2000. Após reaplicar a fórmula do anterior emMeteora, lançado em 2003, a banda decidiu se reinventar, e renegou a tradicional mistura de rock e hip-hop em Minutes to Midnight, de 2007.
Em A Thousand Suns, de 2010, o grupo ousou ainda mais, e criou um álbum conceitual muito influenciado por música eletrônica. Apesar de contentes pela decisão da banda de não se acomodar, muitos fãs do grupo se perguntavam se um dia as guitarras pesadas voltariam a ser o foco da atenção de Chester Bennington, Mike Shinoda, Brad Delson, Rob Bourdon, Dave "Phoenix" Farrell e Joe Hahn. A resposta veio em 2012, com o lançamento do quinto álbum do grupo, Living Things.
"Sentimos a necessidade de fazer um álbum que incorporasse tudo o que fizemos no passado, mas que ao mesmo tempo fosse algo novo e relevante", explica o guitarrista Brad Delson em entrevista ao Virgula Música. Apesar de não ter o impacto dos primeiros álbuns, Living Things é praticamente um amálgama do peso deles com os climas atmosféricos e as batidas eletrônicas dos dois últimos.
Prestes a desembarcar no Brasil pela terceira vez (confira o serviço no fim da página), o grupo parece confortável na própria pele pela primeira vez desde Minutes to Midnight, e Brad assegura que ao vivo, as novidades casam muito bem com os hits antigos: "É um show muito divertido para os nossos fãs".
Virgula Música - Depois de experimentar tanto em Minutes to Midnight e principalmente em A Thousand Suns, o Linkin Park soa um pouco mais tradicional em Living Things. O que vocês aprenderam com os álbuns anteriores e decidiram aplicar no novo trabalho?
Brad Delson - Em Hybrid Theory nós ajudamos a consolidar um estilo que misturava vários outros de uma forma que não era muito clara para a gente na época. Fazíamos parte de uma nova onda de bandas que misturavam elementos de rock e hip-hop, e muitas daquelas bandas acabaram ficando para trás. Tivemos muita sorte de fazer tanto sucesso com aquele álbum e também comMeteora, que tem muito em comum como o nosso primeiro álbum. Quando começamos a pensar em produtores para Minutes to Midnight, Rick Rubin [Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, System of a Down] nos chamou a atenção por acreditar que não precisávamos fazer um álbum que soasse como os dois primeiros. O principal conselho dele foi que buscássemos o nosso melhor, independentemente de como soasse. Nosso gosto musical também havia mudado bastante desde os dois primeiros álbuns, e Rick acreditava que devíamos dar um crédito aos nossos fãs - eles também tinham crescido, e o gosto musical deles também havia mudado. Em A Thousand Sunslevamos isso ainda mais a sério, e concordo com você, é um disco muito mais experimental. Neste novo álbum, Living Things, não estávamos pensando em mudar, só queríamos ser nós mesmos.
Virgula Música - Em algum momento vocês se preocuparam com a reação dos fãs a todas essas mudanças?
Brad Delson - Sim, mas fizemos isso de qualquer jeito (risos). A alternativa era fazer um álbum que soasse como uma cópia dos primeiros, e para um artista continuar relevante, ele precisa evoluir. É o que tentamos fazer durante toda a nossa carreira. Tivemos a sorte se conseguir viver de música, e por isso temos um compromisso com nós mesmos de sempre entrar em um estúdio com a intenção de fazer o melhor para a banda, algo que seja sempre revolucionário para a gente mesmo.
Virgula Música - Quando o Linkin Park começou, os vocais eram muito bem definidos: Mike fazia os raps e Chester gritava. Hoje em dia os dois soam muito mais versáteis, e até você passou a cantar [na faixa Until It Breaks, do novo álbum]. Você pode explicar o que houve?
Brad Delson - É, essa é uma visão bem precisa do que aconteceu. A especialidade de Mike sempre foi o rap, e Chester gostava mais de cantar. Mas ao passar tanto tempo juntos, trabalhando em estúdio, a gente começa a se sentir confortável para brincar com outros instrumentos, e hoje o papel de cada um na banda é muito menos definido do que antes. Desde Minutes to Midnightsentimos que todos na banda podem contribuir com qualquer coisa, em qualquer instrumento. Não estamos interessados em quem tocou o quê, e sim no que é melhor para a música. Isso deixa tudo mais divertido. Eu gosto muito de poder tocar vários instrumentos e até cantar, como aconteceu neste disco. É muito mais empolgante trabalhar desta forma.
Virgula Música - Talvez por isso algumas pessoas tenham pensado que, pelo fato de as guitarras estarem mais presentes em Living Things, você tenha participado mais deste álbum que nos dois anteriores, o que não é verdade.
Brad Delson - Living Things é muito mais explosivo, extrovertido, com faixas realmente baseadas nas guitarras. Mas em muitas dessas músicas, por exemplo, as guitarras foram gravadas pelo Mike. Tomamos uma decisão coletiva de fazer um álbum mais direto e impactante do que o antecessor, e a presença das guitarras ajuda nesse sentido.
Virgula Música - Da última vez que o Linkin Park tocou no Brasil [em novembro de 2010, no festival SWU], vocês haviam acabado de lançar A Thousand Suns. O que os fãs podem esperar desta nova turnê? Como as músicas novas soam ao vivo?
Brad Delson - Nunca fizemos tantos shows no Brasil como faremos desta vez, e estamos muito animados de dividir não apenas as músicas de Living Things, mas todas as outras. O nosso repertório recente se mistura muito bem com as músicas mais antigas, então é um show muito divertido para os nossos fãs. As novas têm uma energia mais direta e visceral que funciona muito bem ao vivo. Há pouco tempo começamos a tocar Lost In The Echo nos nossos shows, e ela funciona muito bem. Burn It Down, Victimized e In My Remains também ficaram muito boas ao vivo.
Virgula Música - Recentemente, o Linkin Park se tornou a primeira banda de rock a somar 1 bilhão de visualizações no YouTube, quase três vezes mais que a segunda colocada, Red Hot Chili Peppers. Como vocês conseguiram isso?
Brad Delson - O que posso te dizer é que a internet sempre foi, desde o começo, a maior ferramenta que usamos para entrar em contato com os nosso fãs. Acompanhamos o crescimento da internet nos últimos anos, e tentamos entrar desde cedo nas novas ondas que acabam surgindo. A nossa página no Facebook é um bom exemplo, acho que somos a banda com o maior número de seguidores. Somos muitos gratos pelo o que conseguimos com a internet, especialmente por termos conseguido falar com gente do mundo inteiro - até lugares aos quais nunca fomos.
Serviço
Linkin Park no Brasil
07/10 - São Paulo
Local: Arena Anhembi
08 e 10/10 - Rio de Janeiro
Local: Citibank Hall
12/10 - Porto Alegre
Local: Gigantinho
Ingressos disponíveis no site da Tickets For Fun, nos pontos de venda oficiais ou pelo telefone 4003 5588.
Fonte: virgula.uol.com.br
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Linkin Park: SPIN Exclusive Videos; Mike Shinoda e Brad Delson Entrevista
Mais perguntas de fãs respondidas por Mike Shinoda e Brad Delson nesses vídeos exclusivos de spin. Eles falam sobre quem são seus artistas favoritos estavam crescendo e como eles vêm com suas melodias. Assista os videos da Honda Civic Tour abaixo.
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Phoenix & Brad Meet WE CARE Solar [Fotos]
Também We Care Solar foi o show de Mountain View, encontraram-se Brad, Phoenix e os voluntários de Power The World, veja as fotos abaixo:
Fonte: mikeshinodaclan.com
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Brad Delson do Linkin Park Fala Sobre a Sonoridade do ‘LIVING THINGS’
Agradecemos Mike Shinoda Clan Pelas informações
Brad Delson do Linkin Park sentou com Music Radar e falou não só sobre o processo de produção do LIVING THINGS, o sentimento e a inspiração, mas também da transição pela qual o Linkin Park passou, ele também menciona Hybrid Theory, Meteora, Minutes to Midnight e A Thousand Suns. Ele falou sobre as guitarras usadas no novo album e os sons que soam como guitarras mas que não foram tocados fisicamente, depois ele fala sobre algumas música do LIVING THINGS e fala também sobre seus vocais em UNTIL IT BREAKS, no final desta entrevista, o Music Radar lista as guitarras usadas no novo álbum. Essa entrevista é bem detalhada sobre o LIVING THINGS e uma ótima leitura para aqueles interessados nas partes de guitarra do LIVING THINGS. Confira abaixo:
O álbum é bem curto. Como as pessoas estão dizendo, ele é “totalmente bom, sem porcarias.” [Delson ri] Era isso o que vocês tinham em mente?
“Sim, na verdade, eu voltei um pouco no tempo e dei uma olhada no Hybrid Theory e no Meteora porque eu lembrava que esses álbuns eram diretos. Eu lembrava que eles eram sucintos, mas eu não lembrava como tudo se formava. Fiquei surpreso ao perceber o quão curto eles eram. Eu acho que os álbuns são de 35 e 36 minutos de duração. Estávamos olhando o trabalho que tínhamos feito e algumas sequências brutas estavam de alguma forma nesse âmbito, a meu ver. Eu pensei ‘Oh, talvez este seja um bom sinal’.”
Devido ao fato das bandas conseguirem colocar tanta informação em um CD, você acha que elas às vezes exageram?
“Sim, com certeza. Assim, depende do tipo de álbum em questão. Em relação ao nosso ultimo álbum, A Thousand Suns, que é mais experimental e psicodélico, parte do espírito daquele álbum foi de expansão. Nós chamamos algumas daquelas músicas de ‘jornadas’ – porque nelas existe, tipo, três conjuntos. Isso foi feito para um álbum mais longo, então havia um objetivo por trás disso.”
“Agora as coisas estão mais digitais, então eu acho que você pode ter quantas faixas quiser. Você sente o espírito de ‘mais é mais’, e eu não acho que esse seja o caso. Eu consigo ouvir meus álbuns favoritos do começo ao fim. Alguns dos melhores acabam antes mesmo que você perceba, e aí você apenas escuta novamente.”
Com o Living Things, tem sido dito que a banda se sentiu mais confortável em visitar seu passado, abraçando o som do começo. O que levou a isso?
“É verdade que começamos a trabalhar no nosso terceiro album, Minutes To Midnight, antes mesmo de sabermos que ele se chamaria assim. Nós queríamos sair daquele som primário ou daquele modo como o associavam à banda, porque parte da própria identidade da banda é ser capaz de tocar em locais diferentes e combinar gêneros diferentes. Isso nem sempre significa que você está combinando sempre os mesmos três ingredientes; isso significa que você pode usar os ingredientes que quiser, contanto que se sinta confortável. No Minutes To Midnight, nós usamos ingredientes diferentes.
“Naquele álbum e no A Thousand Suns, which nós estávamos forçando ao máximo aquilo que podíamos fazer emu ma música – sabe, uma música não precisava ter 2:30 ou 3 minutos de duração; as estruturas poderiam ser diferentes; os interlúdios tinham um papel mais importante – com este álbum nós descobrimos que não precisávamos nos afastar de nada. Na verdade foi mais tipo, ‘Certo, legal, queremos continuar com ideias e sons progressivos’. E ao mesmo tempo, as coisas que soavam como coisas dos dois primeiros álbuns não estavam mais nos deprimindo. Foi como, ‘Ah, sim, essas coisas passam uma boa sensação novamente. ’”
As guitarras estão bem mais pesadas no novo álbum.
“Verdade, o álbum traz um trabalho de guitarra maior. Parte da energia mais pesada das guitarras tem um papel eminente. Eu acho que algumas pessoas ficaram animadas quando citamos o Hybrid Theory e o Meteora – mas não é como se estivéssemos usando músicas daqueles álbuns; é como se fosse a versão 2012 do que quer que aquelas coisas tenham significado para nós quando estávamos começando”.
Como você elabora aquilo que você sente que é perfeito para o Linkin Park em relação ao som da guitarra?
“Eu acho que, neste álbum, foi através de algo que nós fizemos em New Divide – que é um som pesado, uma música de alta energia, e você não sabe definir qual o som do teclado e qual o som da guitarra. Essa coisa de aparência versus realidade é interessamente para mime m um âmbito sonoro, onde o que você acha que é uma coisa, na verdade é algo totalmente diferente. Tipo, ‘eu não sei o que eu estou ouvindo.’”
“Seja Mike, ou seja, eu quem está tocando uma parte na guitarra, sempre tentamos fazer o que for melhor para a música. Muitas vezes existem aqueles momentos entre uma guitarra de verdade e um som que fizemos manualmente, seja ele um sampler ou um som eletrônico. Se você ouvir Victimized, você sente aquele [Eletro-Harmônico] oitavo e oscilante som.
“Também existem sons de samples de guitarra que foram feitos em máquinas que não estavam sendo tocadas fisicamente, mas você não sabe quais são. Até mesmo quando eu estava na mixagem com Manny [Marroquin], eu não tinha certeza das coisas – ‘Ah, talvez isso seja uma distorção do baixo’ ou ‘talvez isso aqui seja um sample de guitarra.’”
Vocês estão usando mais softwares de amplificadores, ou vocês tendem a ficar mais com os amplificadores tradicionais?
“Eu acho que estamos usando muitos amplificadores físicos e nós vamos meio que variar nos tipos e misturá-los. Eu comentei antes antes sobre a natureza das músicas que estão sendo uma espécie de amálgama do passado – do passado mais distante, do passado recente e de um futuro presente também – a mesma coisa acontece com o equipamento.”
“Considerando que estávamos usando muito Strats e mais guitarras vintage na era do Minutes To Midnight, eu acho que nós apenas gostamos do equipamento que usamos ao longo do tmepo, e os melhores, eles meio que mantém seus lugares no barco da guitarra.”
“Então eu tenho minha PRS, minha Custom 24. Normalmente, não começamos com essa guitarra, porque sabemos que isso funcionaria; nós nos desafiamos a fazer algo inesperado. E se nós não conseguimos por em prática o que estamos imaginando, então nós saberemos que temos um tom confiante naquela guitarra, e sempre conseguiremos fazer a música soar muito bem. Provavelmente nós sempre iremos soar como o Linkin Park, de uma boa maneira.”
“Ao mesmo tempo, existem as vintages Gibsons e Fenders com as quais nós gostamos de brincar e misturar material. Às vezes usamos uma guitarra de verdade de uma forma que ela nem soa como tal. Para nós o tempo em estúdio se resume em criar sons artesanais que você não tenha ouvindo antes.” [No final do artigo você poderá encontrar uma lista completa com as guitarras e o equipamento que and Delson usou no Living Things.]
Que planos vocês tinham quando começaram a gravar esse novo álbum?
“Certo, você deveria saber algumas coisas sobre nosso processo de criação. Por exemplo, se você perguntar a Rick sobre o nosso processo em um nível amplo, ele enfatizará que nínguem faz música da maneira que fazemos. Literalmente, isso é uma coisa que ele apontou para nós, que o nosso processo é, de alguma forma, bem diferente. Eu acho que ele o descreve mais como um projeto de estúdio do que como uma banda que toca aleatoriamente.”
“Felizmente, devido aonde nós estamos nesse estágio da nossa carreira, nós fazemos toda nossa escrita e gravação simultaneamente. Então nós podemos na verdade usar um ótimo estúdio – nós fizemos este álbum na NRG, e usamos o estúdio A, e outras pessoas usariam o estúdio B. Ostensivamente, eles normalmente trabalham de uma forma mais tradicional, eles provavelmente escreveram músicas, fizeram demos com eles e agora eles vão ordená-los. E eles assumem que estamos fazendo a mesma coisa. No começo do nosso processo, nós estamos compondo ou apenas fazendo uns sons. As pessoas me olham e perguntam, ‘Ah, então vocês estão gravando o que estão fazendo?’ e eu respondo, ‘Não… não mesmo.’” [risos]
“Isso aconteceu com o Minutes To Midnight, quando tínhamos uma mentalidade do tipo: ‘O que escrevemos a príncipio não pode ser o produto final. Nós temos que aperfeiçoar isso refazendo tudo’. O Rick foi realmente útil em relação a isso de A/B. Eu acho que em The Little Things Give You Away, ele ouviu algo que Rob tinha demorado quatro dias fazendo, ele ouviu a parte A e a parte B e disse, ‘eu prefiro essa’, e a preferida dele foi a demo. Rob disse, ‘Ahhh, sério? Eu gastei quatro dias trabalhando nisso!’ Mas a audição de Rick disse que a mágica estava na peça original.
“Isso nos deu a confiança para apenas compor e criar músicas, e preservar os momentos de inspiração no álbum. Eu diria que em noventa por cento do tempo o que você está ouvindo no álbum é a centelha inicial de inspiração apresentada ao ouvinte”.
Não há uma maneira definida de compor as músicas, mas há algo próximo de um padrão no Linkin Park? Tipo, quem começa algo ou quem faz o que?
“Nosso processo acontece em etapas, porque qualquer um dos seis pode trazer material, e sempre ouviremos todos os materiais juntos em uma sala, uma vez por semana. physically in a room, once a week. Não existe uma maneira restrita de como as coisas têm que acontecer, assim, toda música tem uma jornada única.”
“Eu diria que Mike é quem traz a maior parte das ideias – ele é o mais seguro de si em termos de criação de sons. Ele produziu o álbum com Rick. E depois o processo se abre para que qualquer um possa trabalhar nas músicas e melhorá-las. Nós costumamos trabalhar individualmente ou em duplas nas sessões de Pro Tools, na maior parte do tempo, e sempre discutiremos tudo abertamente pelo menos uma vez por semana para nos certificarmos de que se houver duas versões de uma música ou uma versão ‘mais nova’, isso não significa que ela é a melhor – Rick nos conscientizou em relação à isso”.
Você canta uma parte em Until It Breaks. Muito legal!
“Ah, obrigado. Meus vocais naquela música estão lá por coincidência, quer dizer, isso não foi intencional. Essa é uma das músicas do álbum que não é tradicional, em termos de estrutura. Você pode dizer que ela meio que tem um conjunto diferente. Eu acho que a inspiração veio do… é no Abbey Road que podemos perceber movimentos diferentes?”
Sim, exatamente. Há um medley estendido na Parte 2.
“Certo, legal, então foi daí que veio nossa inspiração. Na verdade nós tínhamos várias ideias que, por alguma razão, não se acabaram sendo músicas completas. Mas nós amávamos a música envolvida. Então nós a construímos em volta de algumas das músicas com as quais tínhamos trabalhado mais cedo no processo e que queríamos que estivessem no álbum, queríamos achar uma maneira de juntar tudo isso.”
“A primeira parte que Chester canta, o primeiro refrão, aquilo era de uma demo que eu fiz em 1 dia – era apenas aquilo, mas era uma parte legal para aquela seção. Bem parecido com isso, o fim da seção foi uma coisa que eu fiz e que todos gostaram, e ao cantar não parecia que ela tinha o mesmo fôlego de algumas das músicas reais do álbum como Lost In The Echo, Burn It Down ou In My Remains. Mike teve a ideia de apenas colocar aquela parte no final dessa peça. Eu cantava originalmente nos vocais, e eu acho que eu refiz os vocais, mas o espírito era definitivamente de ‘manter a vibe da demo.’”
“Eu não me considero um cantor, de forma alguma, mas eu estou confortável, assim como todos os outros caras estão ao cantar as harmonias e os backing vocals em grupo, e nós também cantamos nas demos. O incomum é ter algo como parte central”.
A música Roads Untraveled traz uma pequena vibe do folk.
“Uma das principais inspirações musicais no começo do processo foi a influência do folk. Nós conseguimos a compilação Anthology Of American Folk Music, e ouvimos boa parte dela.”
Skin To Bone também passa essa sensação.
“Skin To Bone e também Castle Of Glass. Eu ouvi muitas dessas músicas antigas de folk pela estrutura das mesmas, e eu percebi que a parte A é a principal e a B é como uma ponte ou um afastamento e aí você volta para a A; enquanto que nas músicas das rádios, sejam de pop, hip-hop ou rock hoje em dia, é como se o verso estivesse sempre servindo o refrão – a segunda parte é o gancho. As canções que você identificou são estruturalmente e intrinsecamente mais de uma forma folk.”
“Nós amamos o resultado. Boa parte disso traz uma grande tonalidade, tonalidade essa construída em volta de uma raiz principal, mas quando você consegue fazer uma progressão importante e ainda deixar a música meio triste ou melancólica, eu amo como isso soa.”
“Eu também deveria mencionar algo em relação às música inspiradas no folk, um dos nossos objetivos como Linkin Park era, ‘o que podemos fazer para tornar isso relevante?’ e Rick realmente nos desafiou: ‘bom, se a música tem um DNA folk DNA e você apenas a apresenta como uma música de folk, isso não está acrescentando nada à apresentação’. Então com Skin To Bone, por exemplo, nenhum daqueles sons são do folk, e o que torna isso interessante para mim é a justaposição do arranjo verso a indentidade da música. Eu acho que é isso que torna a música única”.
Fonte: mikeshinodaclan.com
sábado, 7 de julho de 2012
Brad Delson Obrigado fãs para a estreia LIVING THINGS em #1
Brad postou em linkinpark.com expressando o seu agradecimento para todos que compraram LIVING THINGS e enviá-lo em # 1 nas paradas em todo o mundo!
Um agradecimento muito especial vai para todas as pessoas que ajudaram a fazer LIVING THINGS do #1 álbum aqui nos estados esta semana, além de sua estreia fenomenal em todo o mundo. Estamos tão incrivelmente gratos pela dedicação e apoio.
Muito amor, BBB
terça-feira, 26 de junho de 2012
Linkin Park: A Estrada Até o Lançamento de LIVING THINGS
Aqui temos uma série de pequenos vídeos que foram postados pela MTV e que acompanham o Linkin Park no “dia-a-dia” até o lançamento do LIVING THINGS. Os vídeos são protegidos e não conseguimos legendar, de qualquer forma, confiram aqui os 12 vídeos e abaixo de cada um, a tradução do que se fala:
- Mike Shinoda Fala Sobre os Shows
Nós passamos muito tempo na nossa carreira trabalhando na nossa performance ao vivo, porque é importante sabe? Para um banda é importante tocar bem, fazer mais turnês. E, fazer bons shows sempre foi um foco nosso, eu acho que no momento os shows trazem uma boa sensação e esperamos que mais fãs consigam participar.
- Os segredos do vídeo de BURN IT DOWN
Uma das minhas partes favoritas desse vídeo é aquela em que todos da banda parecem estar congelados e pegando fogo, quando a câmera passa por nós. Joe nos disse apenas para ‘congelar’, foi isso que ele fez, não são efeitos especiais, somos nós lá parados. E, definitivamente, é um dos momentos mais legais do vídeo.
- O Mistério de Rick Rubin
Rick é um mistério para muitas pessoas e, às vezes, eu acho que ele é um mistério para nós também. Ele vem ao estúdio uma vez por semana e nos dá um retorno completo do material. Ele já fez tanta coisa, tipo, tem muita experiência trabalhando com vários gêneros e isso meio que combina conosco, nossa música é sobre colocar vários estilos diferentes juntos.
- Mike Shinoda sobre o Processo de Composição do Linkin Park
Eu acho que uma das coisas que as pessoas vão notar de cara nesse álbum é que ele se trata de relacionamentos e que as letras são mais do tipo “eu e você”. Eu e Chester compomos a maior parte do material juntos e geralmente ele parte de uma perspectiva e eu talvez esteja vendo por um ângulo completamente diferente e as letras meio que se aplicam às duas maneiras. Então, é como se cada música fosse sobre mais de uma história.
- Mike Shinoda Sobre a Arte do Álbum
A intenção dessa arte é ser realmente baseada em formas vivas, mas todas foram trabalhadas no computador. Todos nós fizemos scan corporal, tipo em 3D. Eu acho que o álbum pode ser realmente orgânico mas também bem digital, às vezes. E o título, LIVING THINGS, coloca duas palavras juntas de uma forma legal e interessante.
- Em que o LIVING THINGS é diferente dos álbuns anteriores?
Nossos primeiro dois álbuns foram meio que uma afirmação nossa, foram uma definição de sobre o que era a banda e onde estávamos. E depois disso nós nos afastamos dessa ideia. O novo álbum pega as melhores coisas de tudo que fizemos e se constrói em cima delas. Mistura elementos recentes e elementos conhecidos tornando-os uma coisa nova.
- Você está nervoso sobre o lançamento do LIVING THINGS?
Eu acho que sempre tem isso de ficar nervoso quando um novo álbum está próximo de ser lançado. Você nunca sabe como as pessoas vão reagir à qualquer coisa que você faça. Em relação a nós, eu acho que só precisamos ter certeza de que nós gostamos do que fizemos e depois, bom, fica nas mãos de que estiver ouvindo.
- Mike Shinoda Sobre a Divulgação do LIVING THINGS
Sempre que estamos compondo um álbum nós nos esforçamos muito, não só no álbum em si mas também na divulgação do mesmo. Então nós temos viajado o mundo todo, para fazer shows e falar com a imprensa. Uma das vantagens disso é poder ver, cara a cara, a animação dos fãs em diferentes lugares, entende? Isso sempre foi uma coisa especial.
- Mike Shinoda Sobre a Energia Criada Pelo LIVING THINGS
Até agora tem sido uma coisa divertida e positiva, sabe? Eu acho que as pessoas que ouviram o álbum até agora estão bastante animados com a energia que ele transmite. Eu acho que a banda não passava esse tipo de energia em um bom tempo, o LIVING THINGS é um álbum bastante energético e animador e, eu acho que os fãs estão sentindo isso.
- Os planos de Mike Shinoda para Celebrar o Lançamento do LIVING THINGS
Para o dia do lançamento do álbum eu acho que vou me reunir com uns amigos, talvez eu vá até uma loja para comprar uma cópia. Eu sempre faço isso, é quase como uma coisa de sorte, eu não sei como chamar isso, mas é excitante. Eu acho que estou um pouco nervoso mas nesse momento não há muita coisa que eu possa fazer se eu começar duvidar.
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Na verdade nós desafiamos os fãs a não ouvirem o LIVING THINGS até o dia do lançamento oficial. A ideia por trás disso é que, quando eu estava crescendo, as músicas eram vendidas em cds ou fitas cassetes e todos os meus amigos e eu saíamos da escola e íamos até uma loja na hora do almoço, nós comprávamos o álbum e nosso almoço e depois íamos ouvir no carro, ouvíamos novamente, cantávamos as músicas, conversávamos sobre o álbum. Isso era tão legal e tão social, era uma experiência que fazia a ideia do lançamento de um álbum mais divertida. E eu acho que com o vazamento dos álbuns e os lançamentos em dias diferentes, estamos perdendo um pouco dessa experiência. Então o desafio é que, se você conseguir esperar, não importa como você consiga o álbum, isso não é sobre download ou coisa do tipo, apenas espere para ouvir o álbum até o dia do lançamento e quando chegar o dia, escute com amigos.
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Eu acho que eu poderia apenas evitar o Twitter ou o Facebook, coisas do tipo, do momento em que o álbum vazar até o dia do lançamento. Mas eu acho que eu vou estar muito curioso para saber o que as pessoas acharam para conseguir ignorar isso. E eu sei que em qualquer lançamento de álbum você recebe muito retorno e… bom, até agora tem sido uma coisa divertida e positiva, sabe? Eu acho que as pessoas que ouviram o álbum até agora estão bastante animados com a energia que ele transmite. Eu acho que a banda não passava esse tipo de energia em um bom tempo, o LIVING THINGS é um álbum bastante energético e animador e, eu acho que os fãs estão sentindo isso.
Fonte: www.mikeshinodaclan.com














